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Vereador

Fernando Holiday

R$ 0

economizados até agora
QUEM SOU

Mais jovem vereador da cidade de São Paulo, fui eleito aos 20 anos. Fiquei conhecido por integrar o Movimento Brasil Livre e liderar as maiores manifestações da história do Brasil, que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Ganhei notoriedade na luta contra o racismo, especialmente por apontar que cotas raciais também estimulam a segregação; ignorando o protagonismo, a igualdade e a autonomia das pessoas.

Também sou conhecido por ser o vereador mais econômico de todo o país, tendo renunciado aos muitos benefícios e vantagens que os cargos públicos oferecem. Em defesa de uma máquina pública mais enxuta e transparente, um de meus objetivos é acabar com as mordomias da classe política no Brasil.

Metodologia: cálculo aproximado. Considera-se a economia na média mensal da verba de gabinete (cerca de 90%) somada à economia com o uso de apenas 50% da verba de pessoal, sem considerar a economia com 13º e férias dos servidores que deixam de ser contratados. O valor da economia mensal é dividido até chegar à economia (aproximadamente R$ 0,04 por segundo).

  • Livre mercado
  • Igualdade de oportunidades
  • Fim das cotas raciais
  • Liberalismo econômico
  • Luta contra o aborto
  • Diminuição de impostos
  • Diminuição do tamanho do estado
  • Diminuição do poder dos políticos
  • Austeridade no mandato
  • Conservadorismo político
  • Fim de monopólios estatais
  • Punição firme para criminosos
Relator da reforma da previdência municipal

Em 2018, recebi a tarefa de ser o relator da reforma da previdência municipal. Um projeto muito impopular perante os funcionários públicos mas absolutamente necessário para as finanças da cidade e para o restante da população. Conseguimos aprovar a reforma, mesmo sob vaias, xingamentos e até uma tentativa de homicídio que sofri, ao atirarem em uma janela da Câmara no andar do meu gabinete.

Contra os privilégios

Voto contra e obstruo qualquer tipo de projeto que queira conceder benefícios aos funcionários públicos que já recebem altos salários, como os do Tribunal de Contas do Município, procuradores e auditores fiscais. Em 2019, após ser derrotado na Câmara, consegui uma liminar na justiça para suspender os benefícios que seriam concedidos aos auditores fiscais - que já ganham salários acima do teto constitucional.

Flanelinhas

Propus o projeto de lei, aprovado pela Câmara, que visa coibir a ação de flanelinhas no Município de São Paulo. Os flanelinhas têm regulamentação em lei federal e, por conta disto, é impossível proibi-los; no entanto, a lei coíbe a sua atuação ao máximo e dá mecanismos à prefeitura para melhor fiscalizar tais atividades. Com a aprovação do projeto, a Guarda Municipal e a Polícia Militar podem coibir a ação de flanelinhas que tentam extorquir motoristas e agem como se fossem donos da rua. Cobrei do prefeito Covas a rígida aplicação da lei e sua pronta regulamentação.

Uber

Desde 2017, rompi com o então prefeito João Doria quando o mesmo quis implementar a famigerada Resolução 16, que inviabilizaria os aplicativos de transporte em São Paulo. Fomos à luta contra essa medida e conseguimos impedi-la. Este mesmo combate segue sendo feito tanto na Câmara como contra medidas da atual gestão que visam asfixiar os aplicativos.

Poda de Árvores

Fui o autor de projeto de lei aprovado na Câmara Municipal de São Paulo que muda a sistemática de poda e corte de árvores no Município. A maior reclamação dos munícipes perante o Poder Público municipal era a demora e a burocracia para podar árvores que, não raro, estavam deterioradas e interferiam nos cabos elétricos, bem como ameaçavam cair, ferindo pessoas e causando danos à propriedade. Com a aprovação do meu projeto, os próprios cidadãos poderão podar as árvores que fiquem em sua propriedade, desde que acompanhados de profissionais habilitados e que medidas de proteção ambiental sejam tomadas. A ideia é desburocratizar e pôr fim à enorme fila de poda de árvores que existe atualmente, mas sem descuidar do meio ambiente.

Economia de gastos

Desde o primeiro dia de mandato, abri mão de diversos privilégios que a classe política tem direito. Dispensei motorista e carro oficial, dispensei 50% da verba de contratação de pessoal, hoje só tenho 7 funcionários (poderia ter até 18), cortei 98% da verba de auxílio geral, doo para instituições de caridade o aumento de salário que os vereadores se auto concederam em 2016 (quando ainda não tinha mandato) e sou o vereador mais econômico da Câmara de São Paulo, já tendo economizado quase 4 milhões de reais em 3 anos na Câmara Municipal.

Em 2016, os vereadores de São Paulo receberam um aumento de 26% em seus salários. Apesar de ainda não estar no mandato, me posicionei contra e quando assumi a cadeira de vereador passei a doar o valor para alguma instituição e publiquei os comprovantes de pagamento. Essas foram as beneficiadas até aqui:

Não Vai Ter Golpe, Documentário
A história da queda de Dilma Rousseff narrada por seus protagonistas mais improváveis: Um grupo de estudantes, artistas e empresários falidos, que de um escritório capenga no centro de São Paulo, foram capazes de iniciar uma verdadeira revolução política no Brasil. Não Vai Ter Golpe é um retrato do processo de Impeachment visto por quem de fato o iniciou.

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MBL: A Origem, Livro (Editora Record)
O processo de constituição do movimento político que ajudou a articular o impeachment de Dilma Rousseff com a ajuda das redes sociais e de forças políticas. Nestas páginas, enquanto contam, com muito humor, as histórias da luta política e narram a forma desplanejada, não raro casual, como os membros do movimento ― cada um vindo de um lado e com formações diversas ― afinal se reuniram, Kim Kataguiri e Renan Santos enfrentam e expõem, sem desvios, as dores e as delícias do amadurecimento. É uma obra de revisão crítica das origens do MBL e da opção pelo caminho que levaria muitos de seus membros a disputar eleições e ingressar no sistema.

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